sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Felipão 'ensaia' volta de Marcos contra o Timão

Pode ter sido o último treino, ou apenas mais um na rotina do goleiro Marcos. Ainda sem a decisão tomada a respeito da sua aposentadoria, o “Santo” trabalha com afinco às vésperas do clássico contra o Corinthians, neste domingo, às 17h (de Brasília), no Pacaembu. Sem jogar desde o dia 18 de setembro, Marcos participou muito bem da atividade desta sexta-feira e deu sinais de que tem condições de entrar em campo no último jogo do Palmeiras no Brasileirão 2011. O técnico Luiz Felipe Scolari gostou do que viu e fez mistério sobre a escalação.


Apesar da expectativa criada pelo treinador, Carlos Pracidelli, preparador de goleiros do Verdão, descartou qualquer chance de o camisa 12 retornar ao time titular diante do Corinthians, na última rodada do Campeonato Brasileiro.


O fato é que Marcos estará no Pacaembu, mesmo que como torcedor. A intenção é provocar dúvida e até certo temor do lado corintiano, já que o “Santo” tem história de sucesso jogando contra o maior rival e é lembrado, principalmente, pelas disputas em duas edições da Taça Libertadores, em 1999 e 2000.



Liberado por médicos e pela comissão técnica, o ídolo palmeirense não tem jogado por conta de dores crônicas no joelho esquerdo, que insistem em aparecer antes dos jogos. No treinamento desta sexta-feira, porém, ele não reclamou.
Sorridente, o goleiro se esforçou durante toda a atividade, fez movimentos arriscados e se lançou nas saídas de gol – principal temor e fonte de novas dores. Na primeira parte, esteve no treino tático comandado por Felipão, que dividiu seu elenco em três times e forçou as tabelas em campo reduzido. Marcos fez boas defesas e agradou ao técnico, que chegou a fazer brincadeiras.
Depois, quando o comandante passou a treinar jogadas defensivas na metade de um campo, o “Santo” foi para o outro lado defender jogadas ensaiadas dos atacantes. Pelos lados, os laterais cruzavam e alguém chegava para completar na área: nesse período. Marcos operou pelo menos três “milagres”, esticando-se para alcançar as bolas sem reclamar de dor em nenhum momento.

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